EY: IA lidera as tendências para a América Latina com 80,0% das citações
A inteligência artificial lidera as tendências apontadas por executivos de 18 países da América Latina, com 80,0%, e também encabeça a intenção de investimento em tecnologia, com 82,8%.
Sobre o estudo
- Publicador: EY
- Quem fez a pesquisa: EY
- Publicação: 2025
- Amostra: 1.720 diretores e executivos de linha de frente de 18 países da América Latina
- Período de coleta: sem informação no relatório
- Método: terceira edição da pesquisa Desafios e Tendências das Empresas na América Latina, com ranking de alternativas marcadas
- Recorte: América Latina com Brasil
Resultados
IA no topo das tendências
- A inteligência artificial lidera as 10 principais tendências que marcarão as indústrias, com 80,0% das citações, subindo seis posições em relação a 2024.
- O foco na inovação aparece em segundo, com 79,2%, seguido da produtividade impulsionada pela tecnologia, com 78,7%.
- Cibersegurança e proteção de dados ficam em quarto, com 76,9%, e digitalização e indústria 4.0 em quinto, com 75,7%.
- Dados como ativo em toda a organização somam 75,0%, e ecossistemas de negócios aparecem com 52,5%.
- Trabalho remoto ou híbrido fecha a lista das 10 tendências, com 48,9%.
- Adaptação a novas regulamentações (66,1%) e maiores exigências legislativas (56,8%) completam a lista, evidenciando o peso das questões regulatórias.
- O ranking de tendências foi montado a partir de 22 alternativas apresentadas aos executivos.
Tecnologias prioritárias de investimento
- A IA lidera as tecnologias em que as empresas pretendem investir, com 82,8%.
- Análise e big data vêm em segundo, com 77,9%, e cibersegurança avançada estreia em terceiro, com 71,9%.
- Cloud fica em quarto, com 71,4%, e a IA generativa sobe duas posições, para o quinto lugar, com 69,7%.
- Conectividade 5G alcança 67,8%, e internet das coisas (60,5%), tecnologias sustentáveis (60,3%), robótica RPA (54,6%) e identificação biométrica (47,2%) fecham a lista.
Desafios externos
- O cenário econômico local é o principal desafio externo, com 30,5% das alternativas marcadas.
- A incerteza política local vem em segundo, com 27,5%, e a entrada de novos concorrentes em terceiro, com 27,1%.
- Mudanças na demanda e no comportamento dos clientes somam 26,5%, e riscos inerentes ao setor, 25,8%.
- A taxa de câmbio é o desafio que mais sobe, de 13º para 9º lugar, com 14,5%.
- Cenário econômico global (21,1%) e incerteza e mudanças geopolíticas (16,6%) aparecem correlacionados, e mudanças regulatórias ficam em oitavo, com 15,3%.
- Disrupções e ameaças tecnológicas aparecem em décimo, com 12,5%.
- O ranking de desafios externos foi montado sobre 19 alternativas, e o de desafios internos, sobre 23.
Desafios internos
- Melhorias operacionais, produtividade e custos lideram os desafios internos, com 28,0% das citações.
- O crescimento da participação de mercado vem em segundo, com 27,6%, e tecnologia e transformação digital em terceiro, com 27,1%.
- Estratégia e transformação de negócios ficam em quarto, com 24,9%, e inovação em quinto, com 18,4%.
- Clientes, gestão, experiência e qualidade de serviço aparecem em sexto, com 17,7%, e liquidez e gestão financeira em sétimo, com 16,5%.
- Automação de processos sobe para o oitavo lugar, com 15,9%; novos produtos e serviços caem para o nono, com 14,4%, e agilidade e adaptação fecham em décimo, com 14,3%.
Brasil e relação com os Estados Unidos
- No Brasil, melhorias operacionais, produtividade e redução de custos é o desafio interno mais importante, com crescimento da participação de mercado em segundo e tecnologia e transformação digital subindo do quarto para o terceiro lugar.
- Cerca de 50% dos executivos da região esperam uma relação boa ou muito boa com os Estados Unidos; 31% esperam relação neutra e 20%, ruim ou muito ruim.
- Na abertura por grau de confiança, 14% veem a relação como muito boa, 35% como boa, 31% como nem boa nem ruim, 18% como ruim e 2% como muito ruim.
- Sobre o impacto nos negócios, 32% esperam efeito positivo ou muito positivo, 46% neutro e 23% negativo ou muito negativo.
- Na abertura por grau de impacto, 7% esperam efeito muito positivo, 25% positivo, 46% neutro, 22% negativo e 1% muito negativo.
- Além do Brasil, o estudo traz leituras por país: Argentina, Bolívia, América Central e Caribe, Equador, Paraguai, México, Peru, Chile, Colômbia, Uruguai e Venezuela.
Limites
- A pesquisa é a terceira edição do estudo da EY sobre empresas na América Latina, com 1.720 diretores e executivos de linha de frente.
- A amostra cobre 18 países, incluindo o Brasil, e as respostas vêm de alternativas marcadas pelos próprios executivos em cada tema.
- O relatório publica percentuais agregados da região e uma leitura qualitativa por país, sem quebra completa dos números por nação.
- A página deixa sem informação o período de coleta e a margem de erro da pesquisa.
Estudo completo
Resumo produzido pelo TheAgent a partir do relatório original. Os números e achados pertencem ao publicador; consulte o estudo completo para os detalhes e a metodologia.
