IBM: 47% dos tomadores de decisão de TI já veem retorno positivo com IA

Pesquisa da IBM com 2.413 tomadores de decisão de TI mostra que 47% já veem retorno positivo com IA e 85% avançaram na estratégia. No Brasil, 61% relatam progresso significativo.

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Arte do estudo de IBM com o destaque: 47% dos líderes de TI já veem retorno positivo com IA

Sobre o estudo

  • Publicador: IBM
  • Quem fez a pesquisa: Morning Consult, em colaboração com a Lopez Research, para a IBM
  • Publicação: dezembro de 2024
  • Amostra: 2.413 tomadores de decisão de TI, sendo 230 no Brasil
  • Período de coleta: 30 de outubro a 13 de novembro de 2024
  • Método: entrevistas on-line com profissionais de nível diretor ou superior, com poder de decisão em TI
  • Recorte: global com Brasil

Resultados

Estratégia e motivação

  • 85% dos tomadores de decisão de TI dizem que a empresa avançou na execução da estratégia de IA, e 43% falam de progresso significativo.
  • No Brasil, 61% relatam progresso significativo na execução da estratégia de IA.
  • 41% dizem que o investimento em IA é igualmente movido por retorno e por inovação.
  • No Brasil, 41% se declaram movidos pela inovação, contra 24% movidos pelo retorno.
  • 32% apontam o ganho de eficiência nas operações de TI como o indicador mais importante de sucesso da estratégia de IA.
  • Em seguida, 21% citam maior inovação em produtos e serviços, e 21% citam melhora na satisfação do cliente.

Retorno sobre o investimento

  • 47% das empresas dizem já ter retorno positivo dos projetos de IA em 2024.
  • 33% estão no ponto de equilíbrio, 14% veem retorno negativo e 6% têm dificuldade de medir.
  • Entre as que ainda estão no ponto de equilíbrio, cerca de 1 em 4 esperam retorno positivo no próximo ano.
  • A medição prioriza eficiência: 25% citam desenvolvimento de software mais rápido, 23% inovação mais rápida e 22% economia de tempo de produtividade.
  • Apenas 15% colocam a economia financeira quantificável como a métrica mais importante do retorno.

Fontes de ferramentas e open-source

  • 67% compram ou alugam de fornecedores, 61% usam ecossistemas de código aberto e 55% desenvolvem internamente.
  • 46% dizem que entre 25% e 49% das soluções de IA se baseiam em código aberto, e 32% ficam entre 50% e 74%.
  • No Brasil, 44% das soluções de IA se baseiam em código aberto em mais da metade dos casos.

Do piloto à produção

  • 58% das empresas passam do piloto à produção em menos de um ano.
  • 34% levam de 1 a 2 anos e 6% levam mais de 2 anos.
  • 71% das empresas terão iniciado mais de 10 pilotos de IA até o fim de 2024.
  • No Brasil, 33% terão iniciado 21 pilotos de IA ou mais em 2024.
  • 51% das empresas iniciaram de 11 a 20 pilotos em 2024.

Desafios de implementação

  • Entre os desafios mais citados como muito difíceis, aparecem integração de tecnologia (23%), falta de especialização em IA (23%) e falta de governança de IA (22%).
  • Gestão de dados aparece com 20%, falha em entregar valor de negócio com 19% e adoção pelos funcionários com 18%.
  • Ao mover projetos do piloto à implementação, 50% citam qualidade e disponibilidade de dados.
  • 44% citam integração com sistemas existentes, 37% citam lacunas de habilidades e 37% citam questões de escalabilidade.

Prioridades de investimento para 2025

  • 62% planejam aumentar o investimento em IA em 2025, e 27% planejam mantê-lo.
  • No Brasil, 78% planejam aumentar o investimento em IA.
  • Entre quem vai aumentar, 46% preveem alta de 10% a 24% e 39% preveem alta de 25% a 50%.
  • As áreas favoritas são operações de TI (63%), gestão da qualidade de dados (46%), inovação em produtos (41%) e codificação de software (36%).

Mudanças estratégicas planejadas

  • 51% planejam usar serviços gerenciados de nuvem, e 48% planejam contratar talentos especializados.
  • 48% planejam usar mais código aberto em 2025.
  • 39% avaliarão modelos, 36% revisarão fluxos de trabalho e 36% focarão nos casos de uso atuais.

Limites

  • A pesquisa foi feita pela Morning Consult, em colaboração com a Lopez Research, para a IBM.
  • A amostra global tem margem de erro de 2 pontos percentuais; no Brasil, a margem é de 6 pontos.
  • A amostra brasileira reúne 230 respondentes, recorte menor que o total de 2.413.
  • Os dados são apresentados sem ponderação no relatório, o que limita comparações diretas entre países.

Estudo completo

Resumo produzido pelo TheAgent a partir do relatório original. Os números e achados pertencem ao publicador; consulte o estudo completo para os detalhes e a metodologia.

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