Microsoft: 94% dos líderes brasileiros querem rever estratégia e operações
No Brasil, 94% dos líderes veem este ano como decisivo para rever estratégia e operações. Outros 90% confiam no uso de agentes de IA para ampliar a capacidade das equipes.
Sobre o estudo
- Publicador: Microsoft
- Quem fez a pesquisa: Edelman Data x Intelligence; análise complementar da Microsoft e do LinkedIn
- Publicação: abril de 2025
- Amostra: 31,000 profissionais do conhecimento em 31 mercados, com 1,000 no Brasil
- Período de coleta: fevereiro a março de 2025
- Método: questionário online com profissionais empregados ou autônomos; análise complementar de sinais agregados do Microsoft 365 e dados do LinkedIn
- Recorte: global com Brasil
Resultados
Estratégia e capacidade de trabalho no Brasil
- No Brasil, 94% dos líderes consideram este ano decisivo para rever aspectos centrais da estratégia e das operações. O dado descreve a percepção dos líderes entrevistados, sem medir mudanças já concluídas nas empresas.
- Entre os líderes brasileiros, 40% dizem que a produtividade precisa aumentar. A resposta expressa a demanda percebida por quem decide; ela fica ao lado da avaliação dos profissionais sobre sua própria capacidade de trabalho.
- No Brasil, 72% dos profissionais do conhecimento, incluindo empregados e líderes, relatam falta de tempo ou energia suficiente para trabalhar. O grupo que responde a essa questão é mais amplo que o dos líderes.
- Entre os líderes do país, 90% demonstram confiança no uso de agentes como integrantes digitais das equipes para ampliar a capacidade de trabalho. O dado expressa expectativa sobre adoção futura, sem comprovação de ganho efetivo.
Prioridades de contratação e desenvolvimento
- No Brasil, 59% dos líderes incluem ampliar a capacidade das equipes com trabalho digital entre suas prioridades de gestão de pessoas. A pesquisa apresenta essa opção ao lado de iniciativas voltadas às habilidades dos profissionais.
- Também entre os líderes brasileiros, 59% consideram capacitar as equipes em IA uma prioridade. As duas respostas mostram estratégias contempladas pelas organizações, sem indicar quantas já têm programas de formação em funcionamento.
- A redução do quadro aparece entre as estratégias consideradas por 20% dos líderes no Brasil. O levantamento reúne planos declarados pelos participantes e oferece um retrato das alternativas em avaliação, sem registrar demissões decorrentes desses planos.
- No país, 89% dos líderes afirmam que suas empresas consideram acrescentar funções voltadas à IA. O relatório lista ocupações especializadas no resultado global, mas este percentual brasileiro se refere à intenção de criar funções em geral.
Agentes nos processos e nas escolhas dos profissionais
- No Brasil, 45% dos líderes dizem que sua organização usa agentes para automatizar integralmente fluxos de trabalho ou processos de equipes e funções. A resposta informa uso declarado, sem detalhar a extensão de cada implantação.
- Entre os profissionais brasileiros que recorreram à IA em vez de consultar um colega, 40% apontam a disponibilidade contínua como motivo. Velocidade e qualidade do trabalho aparecem para 31% na mesma consulta.
- Nesse grupo de profissionais brasileiros, 33% citam a oferta de ideias criativas como razão para recorrer à IA. As respostas descrevem motivos relatados pelas pessoas, e o relatório as apresenta em categorias próprias.
- No Brasil, 52% dos profissionais descrevem a IA como parceira de raciocínio, enquanto 47% a usam como ferramenta acionada por comandos. A distinção revela modos declarados de interação, sem avaliar a qualidade das decisões produzidas.
Tarefas que podem entrar no escopo das equipes
- No Brasil, 41% dos líderes esperam que suas equipes redesenhem processos de negócio com IA. O estudo pede uma projeção sobre responsabilidades futuras, e o percentual expressa a expectativa desses participantes.
- Entre os líderes brasileiros, 55% preveem que suas equipes construirão sistemas com vários agentes para automatizar tarefas complexas. A pesquisa registra o escopo de trabalho esperado, sem afirmar que esses sistemas já operam nas organizações.
- O treinamento de agentes aparece na expectativa de 43% dos líderes do país; a gestão desses agentes, na de 39%. As duas atribuições foram apresentadas separadamente aos participantes e representam responsabilidades distintas.
- Entre os gestores brasileiros, 61% esperam que capacitar pessoas em IA se torne uma responsabilidade importante de suas equipes. O dado usa a base de gestores, que difere da base geral de empregados.
Diferenças entre líderes e empregados
- No Brasil, 75% dos líderes dizem conhecer agentes de IA ou estar muito familiarizados com eles. O indicador mede familiaridade declarada e permite comparar a percepção de líderes com a dos demais empregados.
- Entre os empregados brasileiros, 54% relatam esse grau de familiaridade com agentes. A diferença entre os grupos aponta uma distribuição desigual do conhecimento declarado, sem identificar a causa dessa distância.
- O relatório define agentes como sistemas capazes de raciocinar, planejar e executar tarefas ou fluxos sob supervisão humana em momentos relevantes. Essa definição ajuda a interpretar o que a pesquisa chama de agente.
- A Microsoft descreve uma evolução possível do assistente pessoal para equipes compostas por pessoas e agentes e, depois, para processos executados por agentes sob direção humana. O relatório apresenta essas etapas como visão de futuro.
Limites
- A Microsoft publicou o relatório e a Edelman Data x Intelligence conduziu o questionário online. Os resultados sobre estratégia, planos e familiaridade registram respostas dos participantes, enquanto os sinais de produtividade vêm de outra base.
- A amostra reúne profissionais do conhecimento empregados ou autônomos; o recorte brasileiro inclui 1,000 participantes. As respostas representam esse público pesquisado, com definições específicas para líderes, empregados e gestores.
- As tabelas brasileiras mostram alguns indicadores por país, enquanto parte das análises narrativas usa resultados globais. Os dados globais descrevem o conjunto de mercados pesquisados e exigem identificação própria ao lado dos números do Brasil.
Estudo completo
Resumo produzido pelo TheAgent a partir do relatório original. Os números e achados pertencem ao publicador; consulte o estudo completo para os detalhes e a metodologia.
