Octadesk: 50% dos consumidores já tiveram experiência com IA nas compras

Entre consumidores brasileiros, 50% relatam alguma experiência com IA ao comprar e 65% preferem atendimento humano. O CX Trends mostra interesse por serviços ágeis, acompanhado de reservas sobre privacidade e perda de contato pessoal.

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Arte do estudo de Octadesk com o destaque: Na compra, 50% já tiveram alguma experiência com IA

Sobre o estudo

  • Publicador: Octadesk e Opinion Box
  • Quem fez a pesquisa: Opinion Box em parceria com a Octadesk
  • Publicação: janeiro de 2025
  • Amostra: 2.005 consumidores online do Brasil, acima de 16 anos e com compra nos últimos 12 meses
  • Período de coleta: outubro de 2024
  • Método: questionário com participantes do Painel de Consumidores do Opinion Box; margem de erro declarada de 2,2 pontos percentuais
  • Recorte: Brasil

Resultados

Experiência com IA nas compras

  • Entre os consumidores pesquisados, 50% disseram já ter tido alguma experiência com inteligência artificial ao fazer compras. A resposta se refere a contato percebido pelo cliente e cobre aplicações diversas, sem medir a frequência do uso.
  • O relatório informa crescimento de 8 pontos percentuais na experiência declarada com IA frente à edição anterior. A comparação descreve respostas de levantamentos de consumidores, e o texto associa a mudança a maior familiaridade com a tecnologia.
  • Recomendações personalizadas por IA foram relatadas por 35% dos participantes. O indicador é específico da sugestão de produtos e serviços, enquanto a medida geral de experiência com IA cobre outras etapas da compra.
  • Sobre a disposição para comprar de marcas que usam IA no atendimento, a pesquisa apresenta respostas divididas. O dado descreve uma expectativa dos consumidores, sem demonstrar efeito observado sobre conversão de vendas.

Atendimento automatizado ainda divide opiniões

  • Ao avaliar a própria experiência com chatbots, 20% dos consumidores relataram experiência positiva. Outros 36% escolheram avaliação neutra, e 36% informaram experiência negativa, indicando desempenho percebido bastante heterogêneo.
  • Apenas 8% dos respondentes afirmaram nunca ter interagido com um chatbot. A ampla exposição à ferramenta ajuda a interpretar as avaliações, mas o levantamento reúne diferentes empresas e tipos de solicitação.
  • Quando precisam de atendimento, 65% preferem interagir com uma pessoa. Outros 33% aceitam qualquer canal se o problema for resolvido, enquanto 2% preferem chatbot ou autosserviço.
  • Mesmo com essa preferência por pessoas, 56% acreditam que chatbots e autoatendimento podem melhorar a eficiência do serviço. A pesquisa separa potencial percebido da preferência pessoal pelo canal de contato.

Tarefas vistas como adequadas para IA

  • No processo de compra, 41% dos entrevistados apontam acompanhamento de entregas e notificações como tarefa que a IA pode desempenhar bem. A resposta revela percepção sobre adequação, sem verificar desempenho de sistemas existentes.
  • Processamento rápido de pedidos e pagamentos aparece com 37%, seguido de personalização de ofertas e promoções, com 34%. Os participantes podiam indicar atividades distintas para a mesma jornada de consumo.
  • Recomendações com base no histórico de compras registraram 33%, e respostas a solicitações de suporte, 32%. Esses itens mostram interesse tanto em sugestões comerciais quanto em assistência após o pedido.
  • Quando escolheram a maior vantagem da IA no varejo, 28% citaram menor tempo em filas. Atendimento mais eficiente apareceu com 19%, e personalização de ofertas e descontos, com 16%.

Confiança e reservas dos consumidores

  • A falta de interação humana personalizada liderou as preocupações com IA no varejo, indicada por 42% dos respondentes. O dado conversa com a preferência por atendimento humano expressa em outra parte da pesquisa.
  • Privacidade de dados foi apontada por 38% dos consumidores. O resultado descreve receio declarado, sem medir incidentes de exposição de informações nas empresas participantes do mercado.
  • O medo de substituição de empregos por máquinas apareceu com 26%, e questões éticas ligadas ao uso de IA, com 23%. Os temas mostram que a percepção ultrapassa a qualidade imediata do atendimento.
  • Na escala de confiança em soluções de IA para melhorar a compra, 51% escolheram a posição neutra; 25% disseram confiar e 10%, confiar totalmente. O grupo neutro supera cada faixa de confiança isolada.

Recomendações do próprio relatório

  • O texto recomenda revisar conversas de chatbots, observar interrupções e avaliar a resolução das solicitações. Também sugere colher retorno do cliente após o atendimento para ajustar respostas que causam confusão.
  • Outra orientação é permitir transferência para uma pessoa quando o cliente precisa de ajuda adicional. A medida responde à preferência humana registrada na pesquisa e à exigência de resolver a demanda com clareza.
  • Para recomendações de produtos, o documento propõe explicar quais critérios orientam as sugestões automatizadas. A transparência aparece como resposta às dúvidas sobre precisão e ao uso de dados de compra.
  • O relatório também recomenda informar a coleta e o uso de dados, manter supervisão humana e realizar verificações periódicas. Essas ações são propostas editoriais da publicação, distintas das respostas medidas no levantamento.

Limites

  • Opinion Box realizou o estudo em parceria com a Octadesk e recrutou participantes do próprio painel online. O universo inclui consumidores com compra recente, acima de 16 anos, e representa esse grupo pesquisado.
  • Parte do material apresenta recomendações e conteúdo promocional da Octadesk ao lado dos resultados. As promessas comerciais sobre ferramentas da empresa carecem de avaliação independente dentro do levantamento.
  • As respostas descrevem experiências lembradas, opiniões e expectativas dos consumidores. Indicadores sobre tarefas adequadas para IA mostram percepção declarada, sem teste de precisão, rapidez ou impacto em vendas.

Estudo completo

Resumo produzido pelo TheAgent a partir do relatório original. Os números e achados pertencem ao publicador; consulte o estudo completo para os detalhes e a metodologia.

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