PwC: 52% dos CEOs brasileiros relatam ganho de tempo com IA generativa

No Brasil, 52% dos CEOs relatam maior eficiência no uso do tempo dos empregados com IA generativa. Outros 61% esperam aumento de lucratividade ligado à tecnologia nos próximos 12 meses.

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Arte do estudo de PwC com o destaque: No Brasil, 52% dos CEOs apontam ganho de eficiência

Sobre o estudo

  • Publicador: PwC
  • Quem fez a pesquisa: PwC; executor das entrevistas sem informação no relatório
  • Publicação: 2025, mês sem informação no relatório
  • Amostra: mais de 4.700 CEOs em mais de 100 países e territórios; tamanho da amostra brasileira sem informação no relatório
  • Período de coleta: outubro ao início de novembro de 2024
  • Método: entrevistas quantitativas confidenciais; resultados globais e regionais ponderados pelo PIB nominal dos países
  • Recorte: global com Brasil

Resultados

Ganhos relatados pelos CEOs brasileiros

  • No Brasil, 52% dos CEOs relatam ganhos de eficiência no uso do tempo dos empregados por causa da IA generativa. No conjunto global, 56% dos líderes afirmam ter observado esse efeito.
  • O aumento de receita aparece nas respostas de 34% dos CEOs brasileiros e de 32% dos CEOs globais. A medida se baseia na avaliação dos dirigentes sobre suas empresas.
  • Em lucratividade, 31% dos CEOs do Brasil e 34% dos CEOs globais relatam aumento associado à IA generativa. Os resultados observados pelos participantes ficaram abaixo das expectativas expostas na edição anterior.
  • O relatório também afirma que 60% das organizações do Brasil e do conjunto global ainda ficam sem resultados financeiros concretos da IA generativa. A constatação qualifica o alcance dos ganhos relatados.

Expectativas para lucratividade e emprego

  • Entre os CEOs brasileiros, 61% esperam que a IA generativa aumente a lucratividade de suas empresas nos próximos 12 meses. No grupo global, a expectativa aparece para 49% dos entrevistados.
  • Alguns dirigentes relatam redução de pessoal atribuída à IA generativa: são 13% dos CEOs brasileiros e também 13% dos CEOs do conjunto global. O indicador registra efeito percebido nas empresas participantes.
  • O movimento oposto também aparece: 21% dos CEOs brasileiros e 17% dos globais dizem ter ampliado o quadro devido aos investimentos na tecnologia. Os dois resultados descrevem respostas de grupos distintos de dirigentes.

Integração planejada para as operações

  • Para os próximos três anos, 69% dos CEOs brasileiros esperam integrar sistematicamente a IA às plataformas tecnológicas das empresas. Entre os CEOs globais, 47% apontam essa prioridade.
  • A integração em processos de negócio e fluxos de trabalho é prevista por 56% dos líderes brasileiros e 41% dos globais. O dado expressa intenção de adoção futura, apresentada por área da empresa.
  • Em força de trabalho e competências, a integração é indicada por 46% dos CEOs no Brasil e 31% dos globais. O estudo coloca esse item abaixo das prioridades de plataformas e processos.
  • O desenvolvimento de novos produtos e serviços recebe 42% das respostas brasileiras e 30% das globais. O dado permite distinguir aplicação operacional de iniciativas dirigidas à oferta da empresa.
  • A estratégia central do negócio aparece entre as áreas previstas para integração por 33% dos CEOs brasileiros e 24% dos globais. O relatório apresenta cada área como uma opção específica de aplicação.

Confiança para incorporar IA a processos centrais

  • No Brasil, 51% dos CEOs declaram alta confiança pessoal na incorporação da IA aos processos centrais das empresas. No conjunto global, 33% informam o mesmo nível de confiança.
  • A PwC observa que CEOs com maior confiança relatam ganhos mais altos da IA generativa e expectativas mais elevadas para o período seguinte. O documento apresenta uma associação entre respostas, sem demonstrar causa.
  • Esses dirigentes também aparecem mais inclinados a integrar IA a plataformas, processos de negócio e fluxos de trabalho. A comparação se baseia na confiança e nas prioridades declaradas pelos próprios participantes.
  • A pesquisa inclui níveis de confiança baixa, moderada e alta. A apresentação por categorias ajuda a distinguir cautela de disposição para incorporar a tecnologia a atividades relevantes da empresa.

Recomendações apresentadas pela PwC

  • A PwC coloca a preparação e a governança dos dados entre as condições para implantar IA nas organizações. O texto também inclui segurança, privacidade e alinhamento com os objetivos do negócio.
  • O relatório recomenda preparar as equipes para trabalhar com IA e interpretar suas recomendações. A orientação acompanha o dado de que a integração planejada em competências fica abaixo daquela prevista para plataformas.
  • A publicação propõe que a liderança defina diretrizes de uso responsável, incluindo supervisão, gestão de riscos, privacidade, testes e monitoramento dos sistemas. Essa parte é orientação da PwC, separada dos percentuais da pesquisa.
  • O documento descreve agentes de IA como programas capazes de acessar informações, sugerir ações e executar tarefas complexas. A seção apresenta possibilidades tecnológicas e cuidados de gestão, sem medir sua adoção na amostra.

Limites

  • A PwC publicou o recorte sobre IA generativa a partir de sua pesquisa com dirigentes. O relatório informa entrevistas quantitativas confidenciais, mas deixa sem informação o tamanho do grupo brasileiro e o executor específico da coleta.
  • Os números globais e regionais recebem ponderação pelo PIB nominal dos países. Os percentuais do Brasil e do conjunto global descrevem bases diferentes e precisam conservar seus respectivos grupos nas comparações.
  • Ganhos financeiros e efeitos no quadro de empregados são relatados pelos CEOs. A publicação reúne percepções e expectativas, enquanto a seção sobre agentes e uso responsável apresenta análise e recomendações da PwC.

Estudo completo

Resumo produzido pelo TheAgent a partir do relatório original. Os números e achados pertencem ao publicador; consulte o estudo completo para os detalhes e a metodologia.

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